terça-feira, 4 de outubro de 2011

Você sabe se prevenir contra hemorroida?

Alimentação pobre em fibras e preguiça de ir ao banheiro estão entre as causas do problema



O assunto é delicado e causa constrangimento, e não só pelo incômodo físico que as hemorróidas provocam. É difícil encontrar alguém para falar sobre o problema e muita gente resiste até em buscar ajuda médica por causa da vergonha. Sangramento anal, formação de feridas, coceira, ardência, umidade e presença de muco anal são alguns dos sintomas mais comuns e que exigem cuidados ? todos eles, em menor ou maior grau, são resultado da dilatação das veias localizadas no ânus.

"A doença hemorroidária, como chama os especialistas, pode ser interna, externa ou mista", diz o coloproctologista Carlos Sobrado, do Hospital 9 de Julho. As hemorroidas mais comuns são internas, ou seja, sem a exteriorização do reto (parte final do intestino) e podem ser classificadas em quatro graus, de acordo com o tipo de sangramento e de prolapso (deslocamento do reto em direção ao ânus):

Primeiro grau: sangramento anal sem prolapso
Segundo grau: sangramento e prolapso durante o esforço para eliminação das fezes. Após a evacuação, o reto volta espontaneamente para o interior do canal anal.
Terceiro grau: sangramento e prolapso, sendo que o intestino depende de esforço manual para retornar à posição de origem.
Quarto grau: sangramento e prolapso permanentemente exteriorizado.

Mas, independentemente do grau, existem diversas medidas preventivas e muitos mitos associados ao aparecimento da hemorroida. Será que você sabe se cuidar? Faça o quiz e descubra. 

Como lidar com as amizades dos filhos
Até que ponto os pais podem interferir nessas escolhas




As amizades são importantes para o desenvolvimento psicossocial das crianças e possibilitam a aquisição de habilidades no convívio grupal. Esse contato social permite que a criança ou adolescente saiba mais sobre si mesmo e sobre o mundo. O aprendizado é construído na medida em que a criança amadurece, e nesse processo ela apreende noções como limites, respeito, semelhanças e diferenças, competição e solidariedade. 

A criança nasce com parte de sua personalidade formada pelos traços genéticos parentais, porém esses traços mudam de acordo com o que a criança vive e com as relações que ela estabelece com o mundo. Tudo o que a criança observa, percebe ou interage irá, em maior ou menor grau, influenciar na formação da sua personalidade. Não se pode deixar de lado o modo como a criança interpreta o que vê e ouve, pois é a sua interpretação da realidade que influencia na formação da sua personalidade. 
Seja na infância ou adolescência, os pais devem estar sempre atentos às amizades dos filhos.
Os filhos devem ser educados com os valores escolhidos pelos pais desde a primeira infância, e não depois de crescidos, no momento em que precisarão fazer isso desses valores. Do mesmo modo deve ser ensinada a escolha de boas amizades - pelo exemplo dos próprios pais. Quando as crianças começam seus laços de amizades, lá pelos 3 ou 4 anos, os pais devem estar presentes, intermediando as relações dos filhos com seus amigos nos momentos de discórdias. Com o tempo, os pais devem se afastar um pouco, assim que perceberem que os filhos conseguem resolver sozinhos suas diferenças com os amigos. Durante a adolescência, a participação dos pais fica bem mais limitada, porém isso não quer dizer que devem distanciar-se. Nesses casos, o diálogo franco e aberto é o melhor caminho para lidarem com as escolhas de amizades dos filhos.
Seja na infância ou adolescência, os pais devem estar sempre atentos as amizades dos filhos. Conhecer os amigos, torná-los próximos da família e manter os limites de respeito não invasivo colaboram nessas relações. Os pais podem interferir nas amizades escolhidas caso percebam que elas são gravemente prejudiciais aos filhos. De qualquer modo, isso deve ocorrer através de um diálogo honesto entre pais e filhos. 

Periguete é igual a tampa de caneta,se não ta desaparecida ta comida.


domingo, 27 de fevereiro de 2011

A IDENTIDADE OBAMA
 
 O filme IDENTIDADE BOURNE, do diretor Doug Liman, lançado em 2002 e que acabou virando uma trilogia (SUPREMACIA BOURNE e ULTIMATO BOURNE), conta a história de um projeto terrorista montado pelos serviços de inteligência dos EUA para eliminar governantes e figuras hostis aos interesses do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.

Jason Bourne, interpretado pelo ator Matt Dammon é considerado uma “arma” fluente em vários idiomas, conhecedor de técnicas de combate e que cumpre “missões” mundo afora. Recrutado nas forças armadas do conglomerado é treinado e transformado em Jason ao custo de 39 milhões de dólares para os acionistas. Seu nome real e seu passado desaparecem, vira apenas a arma de 39 milhões de dólares.

Num dado momento foge do controle – quando aborta uma das missões, assassinar um líder africano – e passa a ser perseguido por seus criadores. Vira um perigo em potencial. 

O embaixador do Brasil em Trípoli, Líbia, disse a jornalistas que “não houve bombardeio sobre Trípoli. Isso foi um bombardeio noticioso da Al-Jazeera. O conflito existe, a tensão é grande, mas está havendo uma série de notícias terrivelmente alarmantes e falsas. Quando começaram a falar, ontem (as declarações foram feitas na quinta-feira) que Gaddafi tinha fugido para a Venezuela, ou para o Brasil fiquei muito preocupado”. George Ney de Sousa Fernandes, afirmou-se “aliviado quando felizmente Gaddafi apareceu em praça pública para desmentir”.

E mais – “mas, sinceramente, o quadro está muito amplificado pela falta de informações precisas”.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou medidas determinando uma série de sanções contra a Líbia – com o voto do Brasil – e Barack Hussein Obama, dublê de espertalhão e branco disfarçado de negro exigiu, por conta própria, a saída de Muammar Gaddafi, “imediatamente” do poder. Foi seguido pelos governadores das colônias do conglomerado na Europa, o que chamam de Comunidade Européia.

O povo líbio não tem a menor importância para a organização EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A. Importa o petróleo e o risco de expansão a ponto incontrolável dos protestos populares em países árabes governados por ditadores amigos de Washington, freqüentadores dos regabofes da Casa Branca. Mubarak era um deles.

É impensável para o conglomerado terrorista que os protestos possam levar de roldão o governo da Arábia Saudita, principal aliado dos EUA na região e na esteira de uma eventual mudança, o petróleo, além, lógico de colocar em risco as ações terroristas do parceiro Israel.

Sobre líbios terem ou não importância para os norte-americanos/israelenses não custa lembrar a observação de Madeleine Albright a um jornalista sobre 200 mil crianças iraquianas mortas por conta de um bloqueio econômico contra o país, à época do governo Clilnton – “é o preço que se paga pela democracia”.

Que democracia?

O Conselho de Segurança da ONU estuda uma proposta para levar Gaddafi ao Tribunal Criminal Internacional por crimes contra a humanidade (os EUA sonham com
Isso, mas são contra, não aceitam o Tribunal com medo de o feitiço virar contra o feiticeiro, já se fala em alguns países em julgar Bush)

George Bush mentiu ao mundo (ele e Tony Blair) sobre a existência de armas químicas e biológicas no Iraque, invadiu o país, mais de dois milhões de iraquianos morreram, destruiu toda a infra-estrutura da antiga Babilônia (roubou peças do museu babilônico, hoje exibidas em New York) e decretou o ATO PATRIÓTICO, que permitia que presos por suspeita, note bem, por suspeita, de terrorismo ou atividades hostis aos EUA fossem interrogados com técnicas de tortura como falso afogamento, choques elétricos, confinamento, tentativa de destruir sua fé e outras coisas mais típicas do conglomerado terrorista. Há dias se falou sobre levá-lo a julgamento por crimes contra a humanidade no Iraque e no Afeganistão.

Obama mantém o campo de concentração de Guantánamo, versão século XXI do campo de Dachau, onde milhões de pessoas perderam suas vidas, foram escravizadas ou transformadas em cobaias. Dali iam para os campos de extermínio.

As ditaduras militares da Argentina e do Chile adotaram a mesma prática e os norte-americanos confinaram japoneses, descendentes, alemães, descendentes, italianos, descendentes em campos semelhantes durante a IIª Grande Guerra Mundial.

David Cameron, primeiro-ministro da colônia norte-americana outrora conhecida como Grã Bretanha, disse numa reunião de outras colônias (países da chamada Comunidade Européia), que “o multiculturalismo fracasssou”. Ou seja, a existência, coexistência e convivência entre diferentes.

Todos os pontos convergem para um mundo em que a verdade seja única, a deles.

Não são fatos isolados e o filme a que me referi – A IDENTIDADE BOURNE – é uma mostra do que se pratica e se vive no centro do terror mundial, a Casa Branca.

A notícia sobre a fuga de Gaddafi para a Venezuela – mentirosa como se viu – não é gratuita e nem foi arroubo de um ou outro jornalista.

É a percepção clara que nos planos do conglomerado terrorista EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A a América Latina é o Oriente Médio de amanhã.

Se milhares de latino-americanos tiverem que morrer como moscas, isso é o de menos, já acontece no Haiti, onde as patas e coturnos nazi/sionistas (com a cumplicidade do Brasil) escravizam e impõem sua ordem àquele país.

O ex-ditador Jean Claude Duvalier voltou  com o consentimento de Washington depois de um acordo financeiro sobre bens depositados em bancos da colônia chamada Suíça.

São negócios, apenas negócios. Por isso líbios, egípcios, palestinos, sauditas, iraquianos, afegãos, colombianos, brasileiros, paquistaneses, turcos, os povos do mundo não entram na contabilidade do neoliberalismo e do terrorismo da chamada nova ordem mundial. Exceto como bucha de canhão.

É a IDENTADE OBAMA, como a foi a IDENTIDADE BUSH, ou CLINTON, ou REAGAN, qualquer um deles. São executivos de uma empresa sanguinária e bárbara escorada em hordas de soldados transformados em zumbis, movidos à doença denominada “patriotismo” e que imaginam libertar o mundo do pecado.

Por onde passam a destruição é plena. Como o cavalo de Átila.

O governo do Irã fechou quatro igrejas evangélicas na capital. Foram plantadas ali com dinheiro norte-americano/sionista para tentar começar a erradicar o islamismo. A fé é só o pretexto para ação política em cima de incautos. Como no caso do Irã são os Baha’i.

Quando da ocupação do Iraque uma das primeiras preocupações dos zumbis/soldados dos EUA foi a de distribuir filmes pornográficos entre iraquianos para quebrar a resistência do povo à nova ordem. A denúncia foi feita pelo THE NEW YORK TIMES. “Os rapazes estavam espargindo o modo de vida do Tio Sam através de suas “sisters”. A sedução cristã, democrática e ocidental sobre os “impuros”.

A prisão de Abu Ghraib, no Iraque, foi usada pelas forças invasoras a partir de 2003 até 2006 e palco de cenas degradantes e abjetas de tortura praticadas por norte-americanos contra iraquianos. Nem a mídia ocidental, dócil e comprada, teve como esconder tamanho o nível da barbárie.

A Cruz Vermelha Internacional denunciou à época que mais de 90% dos presos e torturados em Abu Ghraib foram vítimas da violência dos norte-americanos, pois comprovadamente eram inocentes. Patrulhas norte-americanos prendiam ao seu bel prazer.

A sugestão de demolir o campo de terror foi negada pelo governo do Iraque atendendo a apelos de “oficiais” norte-americanos.

A IDENTADE OBAMA é diferente da de Jason Bourne. Ao contrário da “arma de guerra humana de 39 milhões de dólares” que busca sua identidade, Obama é um terrorista sem nenhum escrúpulo. Sem nenhum princípio. Achou a sua, assassino, genocida, executivo de um conglomerado de empresas e bancos terroristas.  

Fingiu-se negro para eleger-se presidente dos EUA, nada mais que presidente do conglomerado terrorista EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A. Jornalistas norte-americanos de colunas de fofocas revelam que o “presidente” tive crises de “presidentite” (doença que acomete juízes – juizite –, fiscais de um modo geral, etc), quando Angelina Jolie recusou-se a aceitar suas cantadas.

É só um pilantra que se deu bem na vida, nada além disso. Tanto serve cerveja como garçom, como manda matar como assassino que é.

A Líbia deve ter o seu destino decidido pelos líbios. Sem as patas e coturnos nazi/sionistas dos EUA, de Israel e suas colônias (a Comunidade Européia).

Um mês antes de Bush determinar a invasão do Iraque, no FÓRUM SOCIAL MUNDIAL de Porto Alegre, num evento promovido pelo MST, a freira iraquiana Irmã Sherine, diante de uma platéia de mais ou menos 15 mil pessoas no ginásio do Internacional, disse mais ou menos o seguinte – “a nossa riqueza, o petróleo, que poderia promover o bem de nosso povo, acaba sendo a grande dor de todos os iraquianos” –

A propósito, o governo Dilma deveria dar uma sincronizada entre o chanceler Anthony Patriot (descalço nos EUA) e os embaixadores do Brasil nos países onde ocorrem conflitos ou manifestações populares.

É que esses embaixadores ainda pensam que estão representando interesses nacionais brasileiros. Precisam adequar-se aos interesses nacionais dos EUA. Não somos mais protagonistas, somos coadjuvantes do processo. Gente para Dilma é número, só isso.

E seria bom a mídia mostrar as explosões populares nos EUA contra as políticas dos dois últimos governos, milhões de desempregados, de sem teto, verbas para a saúde cortadas, para a educação eliminadas, mas um orçamento que contempla a guerra e a propaganda (comprar mídia tipo GLOBO, VEJA, FOLHA DE SÃO PAULO, etc), tudo no orçamento de Obama.

Obama lembra aquele cara que chega, carrega sua pasta, corre para buscar água para você beber, ajeita sua cadeira, limpa tudo à sua volta, serve a cerveja e num dado momento, dá-lhe a rasteira e vira o dono do “negócio”.

A identidade Obama é essa, com a diferença que a dimensão é maior. Deveria responder por crimes contra a humanidade.

Ao contrário do que vende a mídia ocidental, os muçulmanos não servem gente picadinha em programas tipo BBB. Não se alimentam de ódio e nem se sustentam na pornografia que  transcende a filmes e atinge em cheio o modelo neoliberal.

Quer maior pornografia que Obama discursando?

O Corão fala em solidariedade, em amor, em misericórdia, fala em paz, fala em convivência fraterna, mas não fala em submissão e medo.

É essa a realidade que não mostram.

E nem o que a cerveja que Obama está servindo a Anthony Patriota – a garçonete é Hilary Cinton – e pessoalmente o tirano vai servir a Dilma quando de sua visita ao Brasil. E da marca PRÉ-SAL. 

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O PiG EM AGONIA, ESTÁ NA UTI, MAS AINDA RECEBE VISITAS, AINDA?

As fábulas sobre Dilma, e o erro de menosprezar Serra e a velha mídia.

Os políticos tucanos e parte de seu eleitorado - especialmente os leitores mais desavisados de “Veja”, “O Globo” e outros que tais – aparentemente acreditaram em algumas fábulas sobre Dilma, espalhadas por “colunistas” e “analistas” durante a primeira fase de campanha (que se encerrou pouco antes da Copa do Mundo):

- ela não tem brilho próprio;

- ela não saberá se portar durante uma campanha, longe das asas de Lula.

- ela não conseguirá colar no prestígio de Lula e terá enorme dificuldade para passar de 15% nas pesquisas.

Tudo isso se mostrou falso. Os tucanos menosprezaram Dilma. E agora engrossam as o discurso terrorista de campanha, para tentar recuperar o terreno perdido.

Entre os petistas, de outro lado, há quem ameace embarcar na mesma trilha. Espalham-se em alguns setores, digamos, mais “militantes”, fábulas sobre a candidatura Serra e seus aliados:

- Serra é um néscio, que não sabe o que faz;

- a campanha terrorista de Serra e seus aliados midiáticos não terá nenhum efeito;

- a mídia tradicional deixou de ter importância, e não terá força para impedir a vitória inexorável de Dilma.

Trata-se de um erro grave menosprezar os adversários. Ainda mais, adversários que não tem alternativa. Serra, derrotado, encerra a carreira (mesmo que o PSDB ganhe em São Paulo, o serrismo será varrido do mapa num possível governo estadual de Alckmin). Portanto, para o candidato tucano, trata-se de ganhar ou ganhar.

Alguns enxergam na tática serrista do terrorismo (FARC, narcotráfico etc) um puro sinal de desespero. É bem mais do que isso. Nos últimos meses, todos nós fomos bombardeados por emails lembrando o “passado terrorista de Dilma”. Foi algo disseminado de forma profissional, deliberada. Antes disso, a “Folha” já se havia prestado ao serviço de estampar a ficha falsa da candidata, em primeira página. Portanto, a atual fase de campanha (associar PT e Dilma às FARC) é apenas o desdobramento lógico das fases anteriores. Não é algo improvisado…

Isso basta pra ganhar eleição? Não. Ainda mais num cenário em que o PT conta com um presidente aprovado por quase 80% do eleitorado. Mas o terrorismo eleitoral pode ser importante para consolidar o voto anti-petista. Com isso, Serra pode garantir de 25% a 30% do eleitorado. O risco é que esses ataques façam aumentar a rejeição a Serra. Boa parte do eleitorado brasileiro não gosta disso.

No horário gratuito na TV, provavelmente, Serra vai evitar a tática de partir pra cima de Dilma com essa ferocidade. A experiência recente mostra que ataques diretos a um adversário acabam gerando rejeição – ainda mais na TV. Mas há o rádio, a internet e a imprensa amiga pra seguir fazendo serviço…

Serra precisa manter-se competitivo, com alguma chance, até a reta final da eleição. E aí chego ao terceiro dos três pontos que ressaltei acima: engana-se quem acha que a mídia anti-Lula não terá papel a exercer na campanha contra Dilma. A mídia perdeu, sim, parte de sua força. Mas não toda a força. Em 2006, foi a campanha mdiática que levou a eleição para segundo turno – Marcos Coimbra, do Vox Populi, já mostrou isso de forma límpida.

Nessa eleição, a mídia impressa seguirá o roteiro de ataques implacáveis contra Dilma. Assim como Serra, essa gente não tem escolha: enveredou por um caminho sem volta.

Essa mídia, talvez, não consiga garantir a vitória de Serra. Ainda mais porque a TV Globo (ao contrário do jornal, que é explícito) tende a manter-se na moita. A Globo não pode se dar ao luxo de voltar a ser carimbada como “anti-povo”, “golpista”… Seria um risco enorme jogar a image da Globo numa campanha anti-lulista. Mas, se na reta final, a Globo sentir que há espaço para empurrar Sera ao segundo turno, não tenham dúvidas: vão repetir 2006! O método Ratzinger vai se revelar de novo implacável.

Por isso, os lulistas devem evitar o erro de menosprezar adversários que lutam pela sobrevivência - política, ou econômica – e que vão usar todas as armas numa guerra suja.

Essa não será uma eleição para quem tem estômago frágil.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

PATRIMÔNIO DE SERRA SALTOU DE R$ 873 MIL PARA R$ 1,42 MILHÃO, ISSO SÓ EM 4 ANOS. SERÁ QUE A VEJA VAI INVESTIGAR?

A passagem de 3 anos e 3 meses pelo governo de São Paulo, com casa, comida, roupa lavada, e SerraCARD (cartão corporativo) do Palácio dos Bandeirantes, fez bem para a poupança de José Serra (PSDB/SP).


Nas eleições de 2006, o demo-tucano declarou ao TSE um patrimônio de R$ 872.893,62.




Quatro anos depois, agora em 2010, declarou R$ 1.421.254,87.



O patrimônio engordou R$ 548.361,25, um aumento de 63%.


José Serra continua sem declarar sua mansão, onde mora em São Paulo, na Rua Antonio Gouveia Giudice.